Utilidade Pública - Moradores do Conjunto Palmas reclamam das valas deixadas pela rede de esgoto e moradora do Alambique

 

Publicado em: 11/11/2010 10:36

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LAMA E BURACOS NAS RUAS DO CONJUNTO PALMAS O vereador Robson Antônio Gomes esteve na última semana visitando o Conjunto Habitacional Otávio Fernandes da Silva (Antigo Conjunto Palmas) onde a empresa PLANEX está realizando a colocação de manilhas para a rede de esgoto. Devido às chuvas dos últimos dias, a situação naquelas ruas está um caos, com o afundamento do terreno e muita lama nas portas das casas, deixando os moradores indignados. O vereador recebeu em mãos um abaixo assinado, contendo 60 assinaturas dos moradores, pedindo ao Ministério Público que tome providências junto à Prefeitura e a CODEVASF, através da empresa contratada, a fim de compactar e recapear com asfalto os trechos perfurados. O abaixo assinado foi encaminhado ao Dr. Felipe Campos Lucena, Promotor de Justiça da Comarca para providências. Nota do Site: Ao contrário do que afirmou o Jornal A Tribuna do Povo na sua última edição, os problemas causados pela rede de Esgoto não são da administração passada e sim da atual gestão, que assinou com a CODESVASF a execução da 2ª etapa do Projeto e a empresa responsável abre as valas e demora muito em recapear, além de não fazer uma compactação adequada. A 1ª Etapa da Rede de Esgoto foi muito bem executada sob a responsabilidade da COPASA. DONA SEBASTIANA TEME QUE SEU IMÓVEL DESABE DEVIDO AÇÃO DA ENXURRADA Dona Sebastiana Alves dos Santos, viúva, mãe de 4 filhos, possui um imóvel comercial e residencial no início da Rua José do Patrocínio nº 33, Bairro Alambique, onde reside com sua família. Na divisa da rua com a Rua Salvador Roberto e terrenos da Italmagnésio, a Prefeitura construiu um grande bueiro, para desviar as águas que descem da Italmagnésio e também da Salvador Roberto. Foi feito um desvio subterrâneo que leva as águas pluviais para uma vala na divisa dos terrenos da Italmagnésio e da Dona Sebastiana, sendo que o volume de água das enxurradas provocou uma corrosão no barranco e agora a vala está ameaçando derrubar o imóvel onde ela tinha um comércio e ainda reside. O buraco deve ter uns 5 metros de profundidade por uns 4 de largura e a cada temporada chuvosa vai aumentando mais e chegando cada vez mais perto do terreno que suporta os alicerces das construções. A proprietária disse à Reportagem que já procurou o Prefeito, o Ministério Público e a Italmagnésio, mas acontece um jogo de empurra, cada qual fala que o outro é responsável e ninguém faz nada. Ela diz que desativou seu comércio com medo de desabamento, mas não tem como mudar de casa, e que caso haja prejuízos irá acionar a Justiça, com pedido de indenizações. Vejam as fotos do local.